Quando os jovens dão voz ao ambiente

  

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São mais de 250 mil e, um pouco por todo o mundo, investigam problemas e propõem soluções. Sabe mais sobre os Jovens Repórteres para o Ambiente. 

Conforme recorda a Youth Reporters for the Environment (YRE), as ferramentas à disposição são simples: reportagem, fotografia ou vídeo. É a partir destes meios que mais de 250 mil jovens por todo o mundo procuram fazer a diferença, chamando a atenção para problemas ambientais e ecológicos ou promovendo boas práticas. A única regra é “contar histórias sobre o mundo e o ambiente”, explica a YRE. 

Em Portugal, a rede de jovens repórteres é dinamizada pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE). De acordo com a mesma, “Portugal foi pioneiro neste projeto global, continuando a ser um dos países mais ativos na rede YRE”. Em 2016, mais de 90 escolas nacionais e de 3000 alunos se envolveram no projeto. 

Alguns dos trabalhos que concorreram ao prémio nacional de 2017 chamavam a atenção para problemas ambientais que necessitavam de resposta. A reportagem vencedora, por exemplo, partiu de uma medição do nível de mercúrio para apelar a comportamentos ambientalmente mais sustentáveis e saudáveis. 

Crescer com o ambiente

A ABAE define a atividade de um JRA como a “investigação e interpretação de questões ambientais ou de sustentabilidade, a nível local”. As técnicas utilizadas podem passar por entrevistas, inquéritos ou consulta de fontes, por exemplo. 

As escolas e jovens da rede JRA têm ainda a oportunidade de participar e diversos desafios, concursos e atividades (como missões com a duração de vários dias), bem como oportunidade para intercâmbio com jovens de outras regiões de Portugal e dos mais de 35 países da rede mundial.

Através da participação nesta rede, recorda a ABAE, os jovens repórteres aumentam os seus conhecimentos “no domínio do ambiente, das línguas estrangeiras, das novas tecnologias e técnicas de comunicação”. Por outro lado, é uma forma de poderem reforçar a sua cidadania, a iniciativa individual e capacidade de trabalho em equipe, de análise crítica e de liderança. 

 

Queres ser um Jovem Repórter para o Ambiente?

“Dar uma voz ao nosso ambiente”. É este o lema da rede de jovens que, um pouco por todo o mundo, em 35 países, investigam problemas e propõem soluções. Sabe mais sobre os Jovens Repórteres para o Ambiente.

Conforme recorda a Youth Reporters for the Environment (YRE), as ferramentas à disposição são simples: reportagem, fotografia ou vídeo. É a partir destes meios que mais de 250 mil jovens por todo o mundo procuram fazer a diferença, chamando a atenção para problemas ambientais e ecológicos ou promovendo boas práticas. A única regra é “contar histórias sobre o mundo e o ambiente”, explica a YRE.

Em Portugal, a rede de jovens repórteres é dinamizada pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE). De acordo com a mesma, “Portugal foi pioneiro neste projeto global, continuando a ser um dos países mais ativos na rede YRE”. Em 2016, mais de 90 escolas nacionais e de 3000 alunos se envolveram no projeto.

Alguns dos trabalhos que concorreram ao prémio nacional de 2017 chamavam a atenção para problemas ambientais que necessitavam de resposta. A reportagem vencedora, por exemplo, partiu de uma medição do nível de mercúrio para apelar a comportamentos ambientalmente mais sustentáveis e saudáveis.

Crescer com o ambiente
A ABAE define a atividade de um JRA como a “investigação e interpretação de questões ambientais ou de sustentabilidade, a nível local”. As técnicas utilizadas podem passar por entrevistas, inquéritos ou consulta de fontes, por exemplo.

As escolas e jovens da rede JRA têm ainda a oportunidade de participar e diversos desafios, concursos e atividades (como missões com a duração de vários dias), bem como oportunidade para intercâmbio com jovens de outras regiões de Portugal e dos mais de 35 países da rede mundial.

Através da participação nesta rede, recorda a ABAE, os jovens repórteres aumentam os seus conhecimentos “no domínio do ambiente, das línguas estrangeiras, das novas tecnologias e técnicas de comunicação”. Por outro lado, é uma forma de poderem reforçar a sua cidadania, a iniciativa individual e capacidade de trabalho em equipe, de análise crítica e de liderança.